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Você sabia? Virou noticia!
O ator Marcelo Serrado é um dos convidados do programa Sem Censura nesta segunda-feira, 21 de novembro de 2005. Na entrevista, ele fala sobre a concorrência da Record (claro, com a Rede Globo), diversos projetos da emissora, e, obviamente, sobre a novela em que está: Prova de Amor, de Tiago Santiago.
A mediadora, Leda Nagle, não é indiferente – ela sabe um pouco da história e se mantém por dentro das aventuras e desventuras que ocorrem no horário das 19h da emissora de Barra Funda. Também sabe dos avanços da Record.
Muito difícil não saber. Virou notícia! É assunto de todos os cadernos de cultura, dos sites de fofoca. Da mídia em geral.
A atriz Paloma Duarte assinou contrato de 03 anos com a Record. Peraí, você está lendo certo. Paloma Duarte, atriz que estrelou diversas histórias globais. E, contrato de 03 anos. Não apenas por uma trama, mas por 03 anos. Apostando. Acreditando. Isso quer dizer, três anos fora da Globo. Um risco. Assumido. Antes dela, Mel Lisboa foi sondada. Preferiu não fechar. Tuca Andrada topou. Outros nomes estudam propostas.
Gabriel Braga Nunes fica na Record. Christine Fernandes, depois de muito disse-me-disse, volta pra Globo. Volta? Sim, ela já trabalhou no Projac, apesar de nunca ter sido muito bem aproveitada por lá. Dizem que a decisão foi difícil, e que a proposta do autor global Manoel Carlos foi irrecusável. Mas, antes disso, já havia sido noticiado que os intérpretes de Fernando e Aurélia, o casal com maior química de toda TV, protagonista de Essas Mulheres (a última das 19h, na Record), estava sendo assediado pela Globo. Brilhou, foi chamado! Um ficou, a outra foi. Decisão deles, anunciada pela maioria dos veículos especializados. O consenso? Estão falando deles. Estão interessados.
O destaque é: eles são destaque. Ainda durante Essas Mulheres, Christine disse em entrevista que a melhor fase de sua vida era aquela. E na capa da Contigo, a chamada para a matéria sobre Gabriel era que ele atingia o auge em sua carreira. Melhor fase/auge fora da Globo.
No início do ano, você poderia perguntar a qualquer um sobre o destino profissional de atores como Christine e Gabriel e pouca gente saberia. Alguns, provavelmente, diriam: “Foram para a Record.. Decadência...”. Agora não. Hoje em dia, há concorrência e assédio.
Leda Nagle, na entrevista com Marcelo, mostrou saber qual seria a nova trama do autor Lauro César Muniz. Cidadão Brasileiro já reúne expectativa e especulações: onde será gravada, qual a história... Sem falar no elenco. Cada nome é anunciado aos quatro cantos.
continua...
Escrito por Lála Cordeiro às 22h06
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Você sabia? Virou notícia! - II
Marcelo Serrado citou a capa de uma matéria no jornal Folha de São Paulo: “Quer assistir novela da Globo? Ligue na Record!” Em coluna de hoje (21/11/2005), Flávio Ricco (da Tribuna da Imprensa online) afirma que essa é a intenção da emissora paulistana, e que não há nada de errado nisso: afinal, para que mudar a fórmula que está provada como a mais certa? E lembra que todas as outras que quiseram alterar isso não conseguiram tanto destaque.
O canal paulistano investe em tecnologia de ponta, e planeja uma grade de programação muito parecida com a principal concorrente. A estratégia já está sendo colocada em ação. Tem dado certo.
Talita Castro, que interpretou Bela, em Essas Mulheres, brincou em seu blog que mandaria fazer um adesivo de carro com a escrita “Eu não acredito em números do Ibope”. Ela pode começar a acreditar. Se a novela que estrelou não foi um enorme sucesso em números, foi de público e de crítica. Os maiores elogios, vindos de todos os lugares (jornalistas, telespectadores, profissionais da área). Abriu ainda mais o caminho reiniciado com o remake de Escrava Isaura. Provou qualidade, e mostrou que a Record está mesmo na concorrência. Como diz o slogan da emissora: “a caminho da liderança”. Se Essas Mulheres não teve grande atenção no Ibope, iluminou a estrada para Prova de Amor. E esta está dando conta direitinho do recado... (o Ibope prova isso – perdoem-me os trocadilhos *rs*)
Falando em teledramaturgia... Você assistiu ao filme As Avassaladoras, de Maura Mourão? Não se culpe, eu também não. Mas, a Record está adaptando o longa para incursionar no universo das séries. Não sabia? Os jornais de todo o país sabem, e estão noticiando o elenco: entre eles, nomes conhecidos como Virginia Cavendish, Vanessa Lóes e Eduardo Galvão.
Aha, na Record.
E tem mais! A mídia tem noticiado detalhes como locais e dias de gravação, história, produção...
Não diria que o mito global está caindo. A “Vênus Platinada” ainda é a maior referência em teledramaturgia nacional, e até mundial. Mas, agora está na disputa. Inusitadamente, há disputa. O mercado se abre, e tá todo mundo comentando. Está acabando aquela história de ‘a Record está cheia de atores globais’. Agora, atores e profissionais que ficam por trás das câmeras têm a opção de escolher entre canais de alta qualidade. E tanta gente boa tem despontando diante de nossos olhos.
Viva a democracia!
Viva as opções (dos profissionais e nossa, os telespectadores)!
Viva o poder mudar de canal, ou nos manter no ‘tradicional’!
Viva a expectativa pelas novas tramas!
Salve a concorrência com qualidade!!
Escrito por Lála Cordeiro às 22h05
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Adendo
Completando o texto “Teledramaturgia nacional - última semana de outubro/2005”
(em homenagem ao amigo dançante):
Como pude esquecer de Xica da Silva?? Isso é grave! Afinal, a novela chega a algumas marcas interessantes: a iluminação quase inexistente; a proeza de conseguir tirar péssimas atuações de bons atores (os que mais se destacam nesta trama são Carla Regina e Guilherme Piva – boa parte dos outros brilhou depois); a mudança no rumo das histórias (você perde um dia e parece que perdeu uma fase inteira – isso pra não dizer que parece estar vendo outra novela); as barbaridades (maldades mesmo, como filho matando pai pra ficar com a madrasta, e depois maltratar a tal tanto quanto o falecido fazia).
Não ganharia o troféu da pior em exibição atualmente porque concorrer com Bang Bang e América é covardia. Tá, eu sei que exagero. Mas, pensem bem!! Xica da Silva foi produzida pela Manchete há anos atrás, com pouquíssimos recursos. As duas outras citadas são atuais e levam o Padrão Globo de Qualidade...
Dizem que as aberrações são a arte de Avanccini... Se é arte...
(Uma arte um tanto extensa, diga-se de passagem... A reprise nunca acaba!!)
[vou me esquivar e não comentar as outras tantas novelas reprisadas no SBT, ok?!]
Ah, e por falar em América.
Finalmente uma boa notícia: a novela acabou na última sexta-feira (às vezes lamento muito a reprise do sábado... Podiam exibir coisa mais interessante). Mas, não vou condenar o que assisti na sexta: há muito não me divirto tanto no sofá! (claro que eu ria muito mais com o pândego Alfredo Moreira, o parscácio Tadeu e companhia, de Essas Mulheres... Mas, era outro nível de divertimento. Outro nível...)
Glória Perez se superou! Tá certo que desde o início da trama ela vinha se empenhando firmemente em produzir algo no mínimo... desafiador (desafiando o telespectador pra ver se este se mantinha em frente à telinha. E o pior... o IBOPE comprava que ela teve sucesso...), mas, no último capítulo ela foi maestral: foram tantos erros escancarados, tanta coisa bizarra... hahahahaha
Sua substituta, Belíssima, é boa.
Sei que tudo seria bom depois de América, mas a trama de Sílvio de Abreu realmente é legal. Só o elenco principal compensa: Tony Ramos, Cláudia Abreu, Glória Pires, Alexandre Borges e, claro, Fernanda Montenegro!!
E ainda ganhamos de presente a paisagem grega.
Diálogo e beleza no horário das 21h!
Nem tudo está perdido...
Pois é, era só um adendo...
(o texto mesmo está aí em baixo)
Bjos gratos pela atenção e...
Tchau!!
Lála Cordeiro
Escrito por Lála Cordeiro às 17h38
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Teledramaturgia nacional - última semana de outubro/2005
Sou uma apaixonada por novelas. Sempre fui e, é muito provável, que sempre serei.
São anos e anos de conexão direta, mas, aqui, tentarei escrever algumas linhas sobre a atualidade. Não começarei com um tratado sobre a importância e/ou qualidade da teledramaturgia nacional (por não ter competência para tal, e também por achar não ser este o ‘lugar’).
Reterei-me, então, à última semana de outubro de 2005.
A Globo, por tradição, é o ponto de partida, então, vamos lá:
No ‘Vale a Pena Ver de Novo’, exibe-se Força de Um Desejo. Gilberto Braga é sempre certeza de bom elenco (que inclui sua ‘panelinha’ natural, formada por nomes como Malu Mader, Fábio Assunção e Cláudia Abreu) e bom texto. Neste caso, principalmente bom elenco. Nathalia Timberg dá aula como a pérfida dona Idalina, mas os melhores diálogos são os formados por Ester (Malu Mader) e Olívia (Cláudia Abreu). Uma agradável incursão do novelista no universo de época.
A já adolescente Malhação enfrenta sua pior fase. Textos ruins, pouca polêmica, pique nenhum e elenco lamentável. Aconselho, até mesmo aos acompanhantes fiéis, que troquem o programa por qualquer outra coisa. Valerá mais à pena.
Alma Gêmea se destaca como a melhor das inéditas na emissora. Mas, nos dá saudades de O Cravo e a Rosa e Chocolate com Pimenta, tramas mais bem sucedidas do autor Walcyr Carrasco. O que faz mal à novela é o elenco principal. O bom Eduardo Moscovis desperdiça seu talento (provado, entre outros, como o Reginaldo, de Senhora do Destino, e o Petruchio, de O Cravo e a Rosa), e contracena com a fraquérrima Priscila Fantin. Confira os desempenhos dos atores do núcleo da pensão e do sítio. Diversão garantida e leve (menos quando a enjoadinha Serena, de Fantin, faz-se presente...).
Pouco a comentar sobre Bang Bang. Que pena ver perdidos ali o talentoso Bruno Garcia e o prodigioso Guilherme Berenguer, além de nomes já consagrados: Mauro Mendonça e Ney Latorraca entre eles (até mesmo Tarcísio Meira fez uma participação..). O que dizer de uma novela protagonizada por Fernanda Lima??! Nem como apresentadora do Vídeo Game ela convenceu... Deveria continuar como modelo. Perde seu tempo, e quem assiste também.
América é... é... um delírio de Glória Perez! para dizer o mínimo. Alguém aí consegue entender o andamento da história? Prove-me coerência e me calarei sobre isto. Lamento por alguns bons atores desentoantes nesta canção sem compasso. E também por temas que dariam ‘um bom caldo’, mas que são tratados sem o mínimo de informação. É, uma lástima...
Escrito por Lála Cordeiro às 17h49
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Teledramaturgia nacional - última semana de outubro/2005 / parte II
Em contrapartida à esfera global, achamos a despretensiosa emissora de Silvio Santos. O SBT nunca fez novela pra assustar a concorrência. É apenas uma forma de preencher a programação e exibir aqueles que não conseguem espaço na ‘toda poderosa’. E, um meio eficiente (lembrando que de lá saíram nomes como Ana Paula Arósio, Regiane Alves, Mariana Ximenes e Caio Blat).
Então, falemos de Os Ricos Também Choram. A trama é mexicana, o título desestimulante, mas não faz feio, simplesmente porque não se propõe a fazer bonito. O trio de protagonistas é formado por Márcio Kieling, Thais Fersoza e Felipe Folgosi. O primeiro, por mais que tente, não consegue perder o jeito de Perereca, o personagem que o alavancou, em Malhação. Thaís parece a mais firme dos três. Felipe tá enjoadinho e bonzinho demais, mas, deve ser culpa do texto. Gosto de ver em cena os veteranos Jonas Bloch e Françoise Fourton, mas, o destaque é mesmo de Flávia Monteiro. A atriz tem sua primeira chance depois da professorinha Carolina, de Chiquititas. Seu personagem atual tende a crescer, e isso é bom. A vilãzinha de Ludmila Dayer? Engraçadinha…
A Band teve uma atitude inteligente: investir na simpática Floribella. A trama é leve, ‘do bem’, colorida e agrada em cheio os adolescentes que na infância se acostumaram à já citada Chiquititas. Juliana Silveira encabeça o elenco e “manda bem” cantando e atuando. A continuidade é certa e o sucesso junto ao público-alvo também.
Enfim, a Globo começa a ser incomodada pela Rede Record. Com o slogan “Record – a caminho da liderança”, a emissora paulista (e cada vez mais carioca) deixa bem claro a que veio. A retomada aconteceu com a inicialmente desacreditada, mas bem sucedida, A Escrava Isaura. Depois, Essas Mulheres apresentou uma magnitude inimaginável. Prova de Amor representa outro marco: uma novela atual, gravada no Rio de Janeiro, com um equipamento que não deixa nada a dever às maiores TVs do mundo. Um investimento alto, que está surtindo resultados.
A trama é um refúgio para os que fogem da programação global: bom elenco representando no cenário imbatível - a Cidade Maravilhosa. Nesta primeira semana, a história parece agradável. Eu indico. (como a maioria dos poucos leitores deste blog é apaixonada por Essas Mulheres, deixo meu alerta: nada se compara à ‘nossa trama’. Então, tentemos ter generosidade no olhar. E, na saudade, os vídeos são nosso refúgio).
Ainda acho que as séries, minisséries e programas humorísticos são ‘a nata’. E, esses, por enquanto, são quase exclusividade global. Casseta e Planeta é divertido, mas acho meio enfadonho. Gosto de A Diarista. Mas, nada é como A Grande Família!
Dos mais recentes, “Hoje é Dia de Maria – segunda temporada” me agradou muito, com uma arte minuciosa, difícil de ser encontrada em um veículo de massa como a TV.
Aguardo a minissérie JK, prevista para janeiro, e a primeira incursão da Record neste universo, com a prometida versão televisiva do filme “As Avassaladoras” (Gisele Itié e Vanessa Lóes são nomes garantidos no elenco). Pelo que tenho lido, vai ser uma boa diversão. Estou na espera.
Enfim, esta é apenas uma visão Deste Lado de Cá. Avalie você mesmo e, se possível, deixe sua opinião no espaço reservado para isso e/ou escreva seu próprio texto (e avise, claro).
Bjos, obrigada pela paciência e... tchau!!!
Lála Cordeiro
Escrito por Lála Cordeiro às 17h48
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“Foi divino, sendo humano!”
EXPOSIÇÃO E TARDE DE AUTÓGRAFOS *EM
Local: shopping Rio Sul, Rio de Janeiro/RJ
Data: 22 de outubro de 2005
por Lála (Lathife Cordeiro)
Shopping Rio Sul – manhã de sábado, 22/10/05
A primeira a chegar foi a Luciene. Adoravelmente doida, ela veio de São Paulo especialmente para a exposição e a TA (Tarde de Autógrafos). Cheguei logo depois e não achei a Lú imediatamente.
Parei meio atônita (mesmo já tendo estado ali)! Que orgulho! Senti que aquilo tudo era meu também. Que eu fazia parte e era um pouco responsável por aquele sucesso e toda aquela ‘perfeitice’; que era um ciclo que, estranhamente e por tanta generosidade, também passava por mim.
Fiquei um tempo assistindo e reassistindo o vídeo passado na tela disposta na entrada da exposição (ficaria ali a tarde toda). Conhecia a maioria daquelas cenas de cór, mas isso não diminuía meu encanto diante de cada instante representado. Como se fosse a primeira vez que me deparava com a força apaixonada de Aurélia e Fernando, a fragilidade revolucionária de Mila, a coragem de Lúcia..
Foi uma graça ver que os dois modelos que vestiam as roupas dos personagens (Aurélia e Eduardo) lembraram que eu já estivera lá no dia da abertura (quinta-feira, 20/10). Liguei para a Lú e nos encontramos ali, diante de um dos vestidos – não haveria local mais apropriado, não?!
Nosso encontro foi uma delícia. Depois dos abraços entramos na área da exposição e conversamos com os modelos. Tempo para fotos naqueles cenários que conhecíamos tão bem... cada detalhe ali era tão nosso... E, claro, incluímos nos clicks a ‘Aurélia e o Eduardo Abreu genéricos’ (*rs*).
O almoço foi o momento de conversarmos sobre o capítulo final (exibido na noite anterior). 13h30 - Já era hora de encontrarmos o pessoal da comuna na entrada do shopping. Chegou a Carla. Esperamos mais cerca de meia hora (neste tempo, a Lú continuava tentando mudar seu vôo. De início, ela embarcaria às 17h10, mas, felizmente, conseguiu transferir para as 18h30). Resolvemos voltar para o espaço do evento, e logo a Renata (modelo que representava a Aurélia) nos indicou que tinha mais gente do orkut ali: era a Mayara. Também encontramos as irmãs Vânia e Vanessa. E foi uma alegria reconhecermos a Ana Maria.
Mais uma vez a Renata (modelo) foi nosso anjo. Ela nos apresentou para a Adriana, uma das organizadoras e produtoras do evento, que já tinha ouvido falar de nossa comunidade. Começaram nossos ‘micos’ - *rs*. Posamos para fotos e demos depoimentos para a TV. Eu, Lú e Ana Maria corremos para comprar nossos CDs da trilha da trama (graças à boa vontade da ‘adorável paulistana’), com a promessa de que, quando os atores chegassem, entraríamos para conhecê-los como grupo. (foi muito engraçado porque, ao nosso jeito, estávamos todas nervosas. A Lú sentia dores na barriga – hahaha)
Escrito por Lála Cordeiro às 14h42
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parte II
Por volta das 15h a TA começou. Estávamos na fila quando o Petrônio Gontijo (dr. Torquato) chegou perto do grupo que se acumulava ali (ai, que nervoso... foi um primeiro grande susto... ui!). Quando falamos da comunidade ele sorriu e afirmou conhecer, e nos indicou para a Adriana, que cumpriu sua promessa: fomos os primeiros a entrar.
Petrônio, como o ‘seu’ Torquato, foi um perfeito cavalheiro. Estava realmente interessado e conversou com muitos de nós. Lá dentro, encontramos Nathalia Rodrigues (a Nicota – permitam-me um comentário pessoal: contei para a atriz que já comentava em seu flog, e ela se desculpou caso não tivesse me respondido. Eu disse entender, e, durante o papo, elogiei: “Que bom que a Nicota foi sua!”. Aí, ela disse: “Esse coment foi seu?! Adorei o que escreveu!”), Camila dos Anjos (Aninha), Tânia Alves (Firmina) e... Paulo Gorgulho. Eu ainda estava sob o impacto de seu show de interpretação em toda a trama, em especial da loucura interpretada no último capítulo. Aproximei-me tímida e afirmei que ele foi o maior vilão que já vi na TV. Ele sorriu gentil e, logo depois, Tânia Alves (com quem já tinha fotografado – junto à Camila) se aproximou. Os clicks começaram (eram várias câmaras) e foi lindo ver que Petrônio quis se juntar a nós (ah, o abraço... não é, Lú?! *rs*.).
Fomos educadamente convidadas a sair. Despedi-me de Paulo Gorgulho com reverência e me surpreendi quando ele pegou uma de minhas mãos e disse: “Muito obrigado”.
(Peraí!! Ali estava um ‘monstro’ me agradecendo... Eita!! - *rs*)
Escrito por Lála Cordeiro às 14h41
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parte III
Quando saíamos, João Vitti (o Paulo) chegava. Brincou um pouco conosco (disse: “o Paulo está velho agora, está de barba” – referindo-se a seu novo visual), mas estava realmente na hora de nos retirarmos para dar espaço para os outros fãs entrarem. Resolvemos ficar ali em volta. Neste meio tempo chegaram Cássio Reis (Tadeu) e Mirian Freeland (Mila). Rodeamos algumas vezes o espaço do evento, tentando falar com estes pelas ‘beiradas’. Finalmente, conseguimos falar com Mirian. E que encanto!! Aquela pequena mulher tinha em seus olhos o brilho dos talentos que não cabem em si, e o sorriso que só os humildes podem ter. Era enorme!! Maior do que os olhos físicos podiam ver. Era preciso olhar em seus olhos e receber seu carinho fraterno para nos darmos conta de que ela estava ali. Algumas de nós choraram...
Neste meio tempo, falamos com Cássio, e novamente com Petrônio e João Vitti. Enquanto este nos atendia, ouvi meu nome. O próprio João olhou para trás: era a Nara, que me reconheceu e se juntou à galera da comuna.
Numa de nossas voltas, eu e Luciene encontramos Rogério Fróes. O veterano ator está no elenco de Prova de Amor, nova novela da Record. O cumprimentamos e o felicitamos por estar de volta à nossa telinha depois de um longo tempo. É, ali estava uma lenda... (eternizada em nossas fotos)
Pensamos em voltar para a fila, mas achamos que seria inconveniente. Quando retornávamos de nossa desistência, reencontramos Petrônio, que tinha saído do espaço da exposição por alguns instantes. Nos constrangemos ao perceber que, por nossa causa, ele estava sendo cercado por vários fãs (o que impedia sua entrada na ‘área vip’). O ator não reclamou e atendeu a todos, sempre educadíssimo e solícito. Aí, voltou à cena a produtora Adriana. Ela autorizou que o pessoal da comuna voltasse para uma segunda fase lá dentro. A essa altura, já estavam lá Marcos Breda (Alfredo), Adriana Garambone (Adelaide) e Raquel Nunes (Júlia).
O encontro com eles foi impactante! Se todos os personagens foram marcantes para nós, Adelaide e Alfredo tantas vezes se destacaram. A primeira como a vilã dissimulada e odiada; o segundo, como o amigo fiel, o camarada, que consagramos como ‘nosso herói’. Foi, sem dúvida, emocionante.
[Para mim, especificamente, foi muito agradável o encontro com Raquel Nunes. Há muito tempo (mesmo antes da novela) eu já comentava em suas páginas virtuais (blog, fotolog, etc.). Assim que a vi, pedi desculpas pelas invasões. Sorrindo, ela perguntou quem eu era. Respondi: “A Lathife, Lála”, no que ela abriu os braços para um abraço: “Ah, é você! Que bom te conhecer!” Tiramos fotos abraçadas. Algum tempo depois, estava em um canto com o pessoal, e a vi vindo em minha direção. Fiquei procurando com quem ela falaria, e a ouvi dizer: “Você vai continuar comentando no meu fotolog, né?!” Pegou em minha mão e conversamos sobre seu casamento, revistas, cenas, notícias de renovação... Raquel é uma menina doce, que está feliz, construindo um caminho que merece ser seu.]
Escrito por Lála Cordeiro às 14h41
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parte IV
De volta à área vip, logo seríamos convidados a sair, quando a Carla conseguiu mais uma proeza: teríamos o direito de ficar ali, no cantinho. O combinado seria que os atores viriam direto falar com a gente, mas a condição é que ficássemos quietinhos... ‘na nossa’, para não atrapalhar os outros visitantes. Quando vi que Cássio Reis estava sentado ali perto, falei com ele sobre seu divertido Tadeu, e destaquei a cena logo depois da prisão de Fernando, na qual Alfredo fala do artigo escrito pelo colega: “Os sinos da liberdade bim-ba-lham nos ouvidos liberais. Bimbalham, senhor Tadeu?!”. Também falei sobre Tadeu ter ‘usado a inteligência’ para avisar Aurélia de que Fernando fora solto. Cássio riu e contou que ele gargalhava sozinho ao ler os capítulos.
De onde estávamos, vimos ‘cenas legais’, como os abraços e brincadeiras entre Marcos Breda e Raquel Nunes, e as poses para fotos de Nathalia Rodrigues, Paulo Gorgulho e Roberto Bomtempo.
E, Bomtempo foi o próximo a se chegar a nós (chamado pela Luciene – hehe). Deu autógrafos, tirou fotos, e respondeu às perguntas do jornalista de TV. O pessoal da comuna comentou sobre as maldades de Cunha, e destacou a morte original. Ele disse ao repórter que é bom ser odiado pelo público, afinal, esse é o reconhecimento de seu trabalho. Enquanto isso, Paulo Gorgulho se aproximou, e os dois saíram juntos.
Aí, aconteceu a cena que já citei acima, quando Raquel Nunes veio falar comigo. Enquanto conversávamos, Luciene reconheceu o autor Marcílio Moraes. Ao vê-lo, Raquel se iluminou, e trocaram um carinhoso abraço. Ambos foram convidados para foto oficial dos atores com o autor.
Neste tempo, a sempre atenta Luciene achou a assessora de imprensa da Record Rio, e nós falamos com ela o que já tínhamos dito a uma das moças de Marketing da emissora: que a novela era mal divulgada pela própria casa. Essa reclamação, tão comum em nossa comunidade, foi repetida para vários outros profissionais que encontramos (menos para o autor e os atores). Claro que o nome de Sônia Abrão foi destaque como exemplo de descaso com a trama, no que todos concordavam. Tempos depois, quando eu ‘me meti’ em uma conversa na qual estavam também a assessora e a moça do Marketing, destaquei que não adianta terem os programas, se eles não são divulgados nos intervalos da novela. Enfim, demos voz ao que é tão discutido e lamentado por todos nós. Espero que sejamos ouvidos.
Escrito por Lála Cordeiro às 14h40
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parte V
Enquanto Luciene ainda conversava com a assessora, fui para o lugar em que estavam tirando as fotos dos atores com autor. Ali, testemunhei momentos deliciosos. Cássio Reis, Tânia Alves, Adriana Garambone e Petrônio se divertiam, enquanto Breda, Nathalia Rodrigues, Bomtempo e Paulo Gorgulho fotografavam com Marcílio. Entre um click e outro, era normal ver todos sorrindo e conversando à vontade.
Fiquei ali, observando. Mas, não resisti ao ver Garambone e Gontijo juntos. Eles falavam animadamente, e, quando pedi uma foto, posaram com carinho. Justificou-se a boa química que vimos nas cenas de Adelaide e Torquato. Contei para Adriana que as fotos de seu aniversário estavam em nosso site, no que ela agradeceu.
Quando me virei, vi o abraço afetuoso entre Nicota e Tadeu - ops!! *rs* - entre Nathalia Rodrigues e Cássio Reis. Um longo e sorridente abraço. Pedi uma foto, e fui atendida prontamente.
Mais fotos?? Sim! No canto, conversavam Paulo Gorgulho e Roberto Bomtempo. Momento de cordialidade entre os intérpretes dos terríveis Lemos e Cunha.
(Uma alegria boa confirmar que a amizade que Marcílio e Rosane escreveram foi tão bem representada por amigos de verdade, e chegou até nós: novos e fiéis amigos.)
E a Luciene?? A Lú estava em um papo animado com Marcílio Moraes. Juntei-me aos dois, e foi delicioso conversar com aquela pessoa que tinha escrito a novela mais admirada de minha vida. Ele é um homem calmo, paciente, bom ouvinte e sábio ao falar. Merecedor do carinho dos atores, e dos nossos aplausos. Durante a conversa, falamos sobre vários pontos da novela e sobre nossa comunidade. Eu disse: “Dá pra ver que não somos apenas tietes histéricos, não é?!”, e ele respondeu: “Vocês?! Vocês são muito críticos e atenciosos. Não deixaram passar nenhum detalhe – *rs*”.
Aí, a Luciene teve que voltar para a capital paulistana... (buáááá) e eu fui agradecer a modelo Renata, tão linda vestida de Aurélia e tão gentil em nos atender. Logo depois, eu e as meninas da comuna nos despedimos e agradecemos a atenção da produtora Adriana. Despedi-me também de Marcílio, da assessora, da moça do Marketing... e das meninas da comuna. Emocionei-me com a Nara, que chorou ao me abraçar.
Escrito por Lála Cordeiro às 14h40
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parte VI
....
Saí de lá sem entender direito tudo o que aconteceu... Na minha câmera digital, dezenas de fotos. Na bolsa, muitos cartões e e-mails. Atrás, aquela exposição tão minha... tão nossa... Na cabeça, a dúvida se representamos bem uma comunidade de quase 3000 pessoas: pessoas queridas, competentes, inteligentes, e que vivem essa paixão com maturidade.
Naquela mesma noite, ao rever o último capítulo, senti-me ainda mais feliz: realmente, a melhor trama de todos os tempos era um pouco minha! Era nossa, porque somos muitos.... Era um ciclo bom de ser vivido, que vem desde a sociedade carioca do século XIX, passa pela visão de José de Alencar, chega até a idéia de Marcílio e Rosane Lima, e aí até os diretores, iluminadores, figurinistas, técnicos.... atores... nossa comunidade... e eu.
Senti-me respeitada.
Todos nós podemos nos sentir assim.
Em tempo: muitas vezes fomos perguntados sobre o que faríamos agora, com o fim da novela. A resposta? “Continuaremos vivendo seu encanto, através de nosso site, da comunidade, dos papos bons, e acompanhando a carreira dos atores e envolvidos. O último capítulo foi o fim de uma era, mas não o fim total. Continuamos aqui.”
Feliz, repito as palavras de Fernando Seixas: “Foi divino, sendo humano!”
[obs. Agradecimentos especiais à Paula (que nos 'relatava' ao Marcílio) e à Bela-Talita Castro. A atriz não estava lá, mas muito graças a ela todos os atores, sem exceção, conheciam nossa comunidade. Alguns têm suas páginas no orkut, mas muitos diziam saber de nossa existência graças aos comentários e atenção de Talita. Mais uma vez a Bela-moça nos surpreendeu. Aguardamos conhecê-la, assim como esperamos ‘encontrar-nos pos esses caminhos’ com tantos outros atores que abrilhantaram nossa TV e nossas vidas... E, quem sabe, reencontraremos aqueles que fizeram da tarde de 22 de outubro de 2005 mais que um sonho...
O *Reino da Fantasia tornou-se real, e trouxe para a vida mais luz. Contem todos com nossa fidelidade, carinho e aplausos. Deus os abençoe.]
:: fotos e muito mais em http://www.siteessasmulheres.xpg.com.br/
Escrito por Lála Cordeiro às 14h39
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DESTE LADO DE CÁ
Vou explicar pouco sobre aquilo que não entendo tanto.
A idéia veio de muitas idéias.. idéias vagas de textos sobre uma de minhas grandes paixões - arte e cultura.
Talvez entedie por falar demais de televisão, mas, entenda: sou 'televisiomaníaca' desde antes de sempre. Não sou acadêmica, nem especialista, mas vivo ligada na telinha (não leve muito a sério minhas opiniões).
Minha atual grande paixão é a novela ESSAS MULHERES, recentemente exibida pela TV Record. Paixão que está sobrevivendo aos dias depois do 'fim oficial'. Fim?? Quem falou nisso?? Acesse http://www.siteessasmulheres.xpg.com.br/ e verás que EM está em sua nova fase: a da perpetuação. But, pretendo falar de outras produções, e outros meios de arte também.
Uma vez fui definida como 'extremamente corporal'. Talvez sim; talvez não. Quem sabe??...
Não sei que palavras surgirão aqui... só sei que preciso da escrita, do sentir... do expressar!
E, vou mostrando como vejo parte do mundo DESTE LADO DE CÁ.
Bem vindo!!
Escrito por Lála Cordeiro às 11h17
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